ITAJAÍ - QUEM MATOU O PERSONAL GUILHERME?
O assassinato do personal trainer Guilherme Montani, ocorrido no Centro de Itajaí, no dia 18 de Novembro, segue cercado de silêncio e questionamentos. O crime, que chocou a população pela brutalidade e pelas circunstâncias dignas de um roteiro de cinema, permanece sem respostas oficiais, mesmo meses após o ocorrido. Guilherme foi morto a tiros em frente à Praça dos Correios, uma das áreas mais movimentadas da cidade. Conforme informações apuradas à época, a arma utilizada teria sido uma pistola calibre 9 milímetros, com indícios de cerca de 15 disparos efetuados contra a vítima, o que reforça a violência e a execução direta do crime. Logo após o assassinato, um detalhe intrigante chamou a atenção das autoridades e da população: uma peruca foi encontrada nas proximidades do local. Testemunhas relataram que uma mulher, apontada como possível autora dos disparos, teria fugido logo em seguida, entrando em um veículo conduzido por um homem. Desde então, ambos desapareceram sem deixar rastros públicos conhecidos. O caso levanta uma série de perguntas que até hoje ecoam entre familiares, amigos e a comunidade itajaiense. Com tantas evidências no local, incluindo um objeto que pode conter material genético, por que ninguém foi preso até o momento? Houve perícia completa nesses vestígios? O que motivou um crime tão violento em plena área central da cidade? Até agora, não houve divulgação de prisões, denúncias formais ou esclarecimentos detalhados sobre o andamento das investigações. O silêncio das informações oficiais aumenta ainda mais o clima de mistério e apreensão.




